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Todos por um: A força da terapia em grupo |
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Uma das práticas terapêuticas realizadas nas unidades clínicas do Grupo Viva são as reuniões de pacientes em grupos.
Para o psicólogo Osmar Tonelotto, que atende a unidade de Vargem Grande Paulista, é neste atendimento que o indivíduo, por conta de uma série de fatores como a semelhança de situações a serem compartilhadas com outros pacientes, acaba falando melhor sobre os seus sentimentos.
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O atendimento de pacientes em grupo é um recurso que ocorre periodicamente nas unidades clínicas de tratamento do Grupo Viva, sob a coordenação de psicólogos e terapeutas, durante todo o tratamento.
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Com a ajuda de ferramentas como: texto para debate, temas atuais e até situações lúdicas, acaba-se extraindo, por meio de manifestações individuais, informações importantes que certamente irão influenciar no tratamento de cada um.
“Quando chega aqui, o paciente traz de fora situações mal resolvidas de sua vida - um relacionamento amoroso ou uma perda -, que, junto com outros fatores, acabaram levando à dependência”, diz. “Nessas terapias de grupo, estimulamos situações em que eles mesmos acabam se abrindo, nos ajudando muito em terapias individuais, na mudança comportamental de cada um”, complementa.
De acordo com o profissional, não importa o tamanho do problema que o paciente traz dentro de si. “Se ele se convence que precisa de ajuda, o tratamento vai conduzi-lo à mudança comportamental. Resolvendo este lado emocional, certamente o tratamento será bem sucedido”, diz.
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Tonelotto explica, entretanto, que há necessidade de dividir os grupos, uma vez que nem todos estão sob tratamento pelos mesmos motivos. “Não podemos ter a mesma abordagem para a pessoa que tem dependência química e outra que apresenta problemas de ordem mental. É preciso que eles se identifiquem com assuntos que estão sendo trabalhados, com situações que eles vivem em seu dia-a-dia”, explica.
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E para que haja este interesse e a interação, conta o psicólogo, as terapias em grupo buscam atingir todos os sentidos do ser humano.
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“Buscamos fazer um trabalho não só visual ou auditivo, mas sinestésico, para estimulá-los a falar e a ouvir, ajudá-los na relação com outras pessoas; eliminar certos bloqueios comportamentais que possa haver entre eles e o mundo, motivando-os como pessoas e estimulando sua autoconfiança”, diz.
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