| |
|
| |
|
|
| |
Internet é point de usuários de drogas |
|
| |
Há cerca de 15 anos estamos convivendo com inovações tecnológicas e a entrada na era digital. Essas modificações contribuem para todos os setores da indústria, medicina, agricultura, globalização, entre outras. O lado bom tem sempre o contraponto que podem ser desde o sedentarismo até ao acesso mais fácil às coisas antes inatingíveis. O problema das drogas também não deixou de sentir os efeitos dessas inovações. Hoje é comum encontrarmos sites com conteúdo de apologia ao uso, apresentação das substâncias, vendas e até receitas.
|
|
|
|
|
|
|
| |
Os pais que, por precaução, bloqueavam sites com conteúdos adultos (erotismo, bebidas, selvageria e etc), não podem mais confiar em um, antes simples, site de relacionamento como o Orkut que possui inúmeras comunidades de exaltação às drogas em que discussões sobre os “prazeres e benefícios” do uso ficam explícitas. Em uma delas encontramos um rapaz que dentre as suas frases dizia “Cheirar cocaína é uma das melhores coisas da vida. Eu me sinto mais solto, alegre e até pra `ficar´ com garotas é mais fácil”, explicou. Em seguida um outro, de 16 anos, pergunta: “Onde eu consigo em São Paulo? Não quero entrar em favelas, mas estou muito afim”. Choveram respostas, desde fornecedores on line (e-mails) e até dicas de bairros mais tranqüilos para se conseguir a droga.
|
|
| |
Existe uma polícia responsável por crimes de internet que é a Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI), mas que, muitas vezes, não consegue dar conta do trabalho, pois a velocidade com que novas comunidades e sites surgem juntamente com o anonimato conseguido com falsos e-mails e acessos em locais públicos, como cyber cafés, dificultam a localização dos traficantes e usuários.
|
|
| |
Através de uma simples procura em sites de busca são encontrados fóruns virtuais em que jovens trocam experiências e receitas de drogas já utilizadas e abertamente contam o que ainda vão fazer no campo das drogas. São encontradas receitas de chás alucinógenos, crystal meth (o cristal da morte citado no newsletter anterior), entre outras drogas.
Os pais devem prestar mais atenção no conteúdo que seu filho está acessando dentro da própria casa, pois um dos piores inimigos da sociedade não age apenas nas favelas, porta de escolas, mas estão atacando via internet.
|
|
| |
|
|
| |
Além das comunidades, sites e fóruns existe também o I-Doser que são ruídos vendidos como drogas digitais prometendo provocar sensações idênticas às de drogas reais, como cocaína, maconha, heroína, entre outras, através de um programa de computador que emite "doses" de ondas sonoras, com o intuito de causar interferência nas ondas cerebrais do usuário. Apesar dos efeitos não terem nenhum respaldo científico, a curiosidade faz com que milhares de pessoas diariamente façam downloads dos sons.
|
|
| |
Existe uma amostra grátis do produto, mas se o usuário quiser repetir é necessário um pagamento que varia entre $2,50 e $3,50 dólares por três doses. O download da droga virtual por enquanto está liberado, mas especialistas dizem que ainda é impossível citar conseqüências negativas que o uso deste material pode trazer. A única ressalva que devemos fazer é que o site e comunidades do orkut destinadas ao I-doser podem, de fato, fazer apologias das drogas. Na página cada droga tem seus efeitos reais descritos como se fossem ser utilizadas pela via “normal” e os usuários que não sentem os efeitos recebem “dicas” para usarem de forma real. Nesse sentido é bom as autoridades abrir os olhos.
|
|
| |
|
|
| |
|
|
| |
|
|
|
|
|